06/01/2010 | Ensaio | Redução de Danos/HIV-AIDS
Ecstasy e LSD - Guia Prático na Unidade de Emergência
O objetivo desse guia é não só levar aos médicos emergencistas o conhecimento dessas substâncias e dos seus efeitos, alertando para as situações de emergência e orientando condutas para as mesmas ... Clique para baixar o arquivo em PDF.
12/11/2009 | Ensaio | Política de DrogasO objetivo desse guia é não só levar aos médicos emergencistas o conhecimento dessas substâncias e dos seus efeitos, alertando para as situações de emergência e orientando condutas para as mesmas ... Clique para baixar o arquivo em PDF.
Alerta informativa del IDPC - octubre de 2009
Le damos la bienvenida a la alerta informativa del IDPC de octubre de 2009. El Consorcio Internacional sobre Políticas de Drogas (IDPC) es una red mundial integrada por ONG y redes profesionales que trabajan conjuntamente para fomentar un debate objetivo y abierto sobre las políticas de drogas. En esta alerta informativa encontrará noticias, publicaciones recientes y una breve agenda sobre cuestiones relacionadas con las políticas internacionales en materia de drogas.
12/11/2009 | Ensaio | Política de DrogasLe damos la bienvenida a la alerta informativa del IDPC de octubre de 2009. El Consorcio Internacional sobre Políticas de Drogas (IDPC) es una red mundial integrada por ONG y redes profesionales que trabajan conjuntamente para fomentar un debate objetivo y abierto sobre las políticas de drogas. En esta alerta informativa encontrará noticias, publicaciones recientes y una breve agenda sobre cuestiones relacionadas con las políticas internacionales en materia de drogas.
Blueprint Executive Summary
No mundo, há um crescente reconhecimento de que a proibição das drogas é uma falha contraproducente. Entretanto, uma grande barreira às reformas das leis contra drogas tem sido o grande medo do desconhecido – como seria um regime pós-proibição?
21/10/2009 | Ensaio | Política de DrogasNo mundo, há um crescente reconhecimento de que a proibição das drogas é uma falha contraproducente. Entretanto, uma grande barreira às reformas das leis contra drogas tem sido o grande medo do desconhecido – como seria um regime pós-proibição?
Segurança, Tráfico e Milícias no Rio de Janeiro
É uma publicação organizada por Justiça Global, com o apoio da Fundação Heinrich Böll, e que conta com a contribuição de organizações da sociedade civil e acadêmicos. Clique para baixar o arquivo em PDF.
21/09/2009 | Ensaio | Política de DrogasÉ uma publicação organizada por Justiça Global, com o apoio da Fundação Heinrich Böll, e que conta com a contribuição de organizações da sociedade civil e acadêmicos. Clique para baixar o arquivo em PDF.
Drogas e violência: uma questão de classe (Parte 2)
Por Maíra Kubík Mano Entrevista com Caco barcellos Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil - Ano 3, Número 26, Setembro de 2009 Clique para baixar o arquivo em PDF.
10/09/2009 | Ensaio | SociedadePor Maíra Kubík Mano Entrevista com Caco barcellos Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil - Ano 3, Número 26, Setembro de 2009 Clique para baixar o arquivo em PDF.
Cidadania Teatral – Os novos rumos da subjetividade entre a modernidade e a pós-modernidade
Christiane Sampaio - Gostaria de analisar neste artigo questão da formação do sintoma social na modernidade, através de um curto ensaio à minhas inquietações. O percurso que feito vai dos processos históricos com base na analise dos elementos da subjetividade na relação do sujeito com o seu desejo. Ao final do artigo me disponho a fazer uma interface entre as diferentes concepções de poder na modernidade e na pos-modernidade podendo apontar um possível rumo as minhas inquietações.
24/08/2009 | Ensaio | Política de DrogasChristiane Sampaio - Gostaria de analisar neste artigo questão da formação do sintoma social na modernidade, através de um curto ensaio à minhas inquietações. O percurso que feito vai dos processos históricos com base na analise dos elementos da subjetividade na relação do sujeito com o seu desejo. Ao final do artigo me disponho a fazer uma interface entre as diferentes concepções de poder na modernidade e na pos-modernidade podendo apontar um possível rumo as minhas inquietações.
First, Do Less Harm
Breve análise do conflito armado na fronteira entre Estados Unidos e México pelo controle do tráfico de drogas. Clique para baixar o arquivo em PDF. Clique para baixar o arquivo em PDF.
19/08/2009 | Ensaio | Redução de Danos/HIV-AIDSBreve análise do conflito armado na fronteira entre Estados Unidos e México pelo controle do tráfico de drogas. Clique para baixar o arquivo em PDF. Clique para baixar o arquivo em PDF.
Atenção Integral aos Usuários de Drogas: Organização de Usuários e Redução de Danos
Por Luiz Paulo Guanabara Trabalho apresentado na I Conferência Latino-americana e VII Conferência Nacional sobre Políticas de Drogas, Buenos Aires, Agosto de 2009
13/08/2009 | Ensaio | SociedadePor Luiz Paulo Guanabara Trabalho apresentado na I Conferência Latino-americana e VII Conferência Nacional sobre Políticas de Drogas, Buenos Aires, Agosto de 2009
Entre excitación y torpor: sociedad civil y política de drogas
João Pedro Pádua - Trabalho apresentado na I Conferência Sulamericana de Política de Drogas promovida pela organização argentina Intercambios, agosto de 2009
05/08/2009 | Ensaio | Política de DrogasJoão Pedro Pádua - Trabalho apresentado na I Conferência Sulamericana de Política de Drogas promovida pela organização argentina Intercambios, agosto de 2009
Texto editado de abertura do evento de lançamento do novo website da Psicotropicus na sede do Viva Rio, agosto de 2009.
Nunca promovemos o uso de drogas lícitas ou ilícitas - muito pelo contrário. Entendemos que quanto menos drogas a pessoa precisar tomar na sua vida, melhor. Certamente a maioria concorda com esse entendimento. Porém sempre reconhecemos e afirmamos que não é papel do Estado vigiar o que as pessoas consomem, muito menos puni-las por isso.
Nunca promovemos o uso de drogas lícitas ou ilícitas - muito pelo contrário. Entendemos que quanto menos drogas a pessoa precisar tomar na sua vida, melhor. Certamente a maioria concorda com esse entendimento. Porém sempre reconhecemos e afirmamos que não é papel do Estado vigiar o que as pessoas consomem, muito menos puni-las por isso.








