27/10/2009 | Crítica | Sociedade
Crítica a "Drogas: Música, sexo e loucura"
Por Marcelo Andrade. A reportagem da Revista Veja: Drogas: Música, sexo e loucura (edição 2135 ) começa demonstrando pouca sensibilidade cultural e pouco conhecimento sócio antropológico ao considerar que “Fazem parte da natureza dos jovens a imprudência e o desejo de experimentar novas sensações”. Com certeza, atualmente, essa não é a natureza dos jovens que passam por experiências de trabalho escravo aqui mesmo no Brasil, ou em algum lugar do continente Africano, onde jovens morrem por subnutrição ou por falta de assistência. Assim, pra começar, o uso feito de substâncias psicoativas em contexto de festas ou festivais deve ser considerado lúdico e com tendência a ser eventual principalmente devido à classe social dos usuários retratados na reportagem.
Por Marcelo Andrade. A reportagem da Revista Veja: Drogas: Música, sexo e loucura (edição 2135 ) começa demonstrando pouca sensibilidade cultural e pouco conhecimento sócio antropológico ao considerar que “Fazem parte da natureza dos jovens a imprudência e o desejo de experimentar novas sensações”. Com certeza, atualmente, essa não é a natureza dos jovens que passam por experiências de trabalho escravo aqui mesmo no Brasil, ou em algum lugar do continente Africano, onde jovens morrem por subnutrição ou por falta de assistência. Assim, pra começar, o uso feito de substâncias psicoativas em contexto de festas ou festivais deve ser considerado lúdico e com tendência a ser eventual principalmente devido à classe social dos usuários retratados na reportagem.








