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Luta contra HIV requer nova forma de lidar com dependentes, diz Declaração de Viena
Publicado em 23/07/2010
Redução de riscos é a ideia principal da Declaração de Viena: se os usuários de drogas não receberem atenção devida, o HIV se espalha mais rapidamente. Já ha programas voltados a esse público que dão bons resultados.
O Centro de Medicina Social e Aconselhamento de Ganslwirt, em Viena, é também um ponto de troca de seringas para usuários de drogas injetáveis. Stefan, de 20 anos, frequenta o local: ele deixa as agulhas usadas e recebe novas.
"É muito importante para mim ter essa possibilidade de trocar as seringas aqui. Caso contrário, eu teria que pedir aos meus amigos para usar as deles, o que seria perigoso", declara Stefan.
A troca de seringas e tratamentos como a terapia de substituição de opióides fazem parte da estratégia conhecida como redução de danos. Nas últimas décadas, essas táticas se tornaram centrais em muitos governos, que visam combater a transmissão do HIV através do uso de drogas intravenosas.
Mas, em outras regiões fora do Ocidente, o quadro é diferente. "Nesse momento, quase um terço de todas as infecções de HIV fora da região subsaariana africana está associada com o compartilhamento dos equipamentos usados para injetar drogas. E isso leva à transmissão sexual dos usuários de drogas para a população geral", afirma o professor de Epidemiologia Don Des Jarlais, diretor do Instituto de Dependência Química Baron Edmond de Rothschild, em Nova York.
LEIA NA ÍNTEGRA: UNIAD
Reduçao de danos, declaração de Viena, HIV







